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Autenticidade também é estratégia: o que torna um conteúdo UGC realmente bom?

Foto do escritor: Diulia Reis UGC
Diulia Reis UGC
17 de ago.
2 min de leitura

Atualizado: 18 de ago.

Quando pensamos em conteúdo UGC, é comum imaginar alguém segurando um produto, falando para a câmera e compartilhando uma experiência.

Mas, para mim, UGC vai muito além disso.

Um bom conteúdo precisa parecer natural, despertar identificação e fazer com que quem está assistindo consiga imaginar aquele produto fazendo parte da própria rotina.

E existe uma diferença importante entre parecer natural e simplesmente improvisar.


Por trás de um conteúdo que parece espontâneo, existe intenção.

Existe uma escolha de palavras, um roteiro pensado para aquela mensagem, uma cena que precisa prender a atenção e uma forma de apresentar o produto sem fazer com que a experiência pareça uma publicidade distante.


A conexão vem primeiro

Eu acredito que as pessoas se conectam com aquilo que parece real.

Uma rotina de skincare, um produto que facilita o dia a dia, uma descoberta que realmente chamou atenção… são situações simples, mas que podem se transformar em histórias quando apresentadas de maneira verdadeira.

É aí que o UGC ganha força.

Em vez de apenas mostrar um produto, podemos mostrar como ele se encaixa na vida de alguém.


Naturalidade também precisa de estratégia

Para criar um conteúdo UGC, gosto de pensar em três pontos:

O que quero comunicar?A mensagem precisa ser clara e fazer sentido para a marca.

Como posso mostrar isso de forma natural?O produto precisa fazer parte da cena, e não parecer simplesmente colocado ali para ser anunciado.

O que quero que a pessoa sinta ou faça depois de assistir?Curiosidade, identificação, desejo de conhecer o produto ou vontade de experimentar.

Quando esses elementos se encontram, o conteúdo deixa de ser apenas bonito e passa a ter propósito.


O meu olhar como criadora

Minha experiência com branding e marketing também influencia a forma como crio UGC.

Gosto de pensar não apenas na gravação, mas em toda a experiência que aquele conteúdo proporciona: a primeira impressão, a narrativa, a estética, a linguagem e a conexão com o público.

Porque acredito que um vídeo pode ser simples e, ainda assim, ser muito bem pensado.

Pode parecer uma conversa casual, mas carregar uma estratégia por trás.

E talvez seja justamente essa combinação que mais gosto no UGC:

a estratégia por trás da naturalidade.

Para mim, o melhor conteúdo é aquele que parece uma conversa, mas foi pensado com estratégia.

 
 
 

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