Antes do REC: o que acontece por trás de um vídeo UGC

Atualizado: 18 de ago.
Antes de apertar o botão de gravar, muita coisa já aconteceu.
Para quem assiste, um vídeo UGC pode parecer simples: uma pessoa, um produto e uma conversa natural diante da câmera.
Mas, por trás dessa naturalidade, existe um processo criativo que começa muito antes do REC.

Tudo começa pelo produto
Antes de pensar em cenas ou falas, gosto de entender o produto.
O que ele oferece? Para quem foi pensado? Qual problema ou desejo ele atende? O que faz ele ser diferente?
Essas perguntas ajudam a encontrar o melhor caminho para transformar suas características em uma experiência que faça sentido para quem está assistindo.
Depois vem a ideia
Nem todo produto precisa ser apresentado da mesma maneira.
Às vezes, a melhor ideia é mostrar o produto fazendo parte de uma rotina. Em outras situações, um depoimento, uma demonstração ou uma descoberta espontânea pode transmitir a mensagem de forma muito mais natural.
É nessa etapa que começo a pensar:
“Como eu mostraria isso se estivesse realmente contando essa experiência para alguém?”
O roteiro dá direção
Mesmo quando o resultado final parece espontâneo, gosto de ter uma direção clara.
O roteiro ajuda a organizar a história, encontrar um bom começo, desenvolver a mensagem e chegar ao ponto principal sem deixar o conteúdo cansativo ou artificial.
Mas roteiro, para mim, não significa decorar cada palavra.
Ele é uma base para que a comunicação continue natural.
E então vem a gravação
É hora de transformar a ideia em imagem.
Penso nos enquadramentos, na iluminação, nos detalhes do produto, nos movimentos e, principalmente, na forma como tudo isso pode contar a história.
Gosto de buscar aquele equilíbrio entre conteúdo bonito e sensação de vida real.
Porque o objetivo não é criar algo que pareça distante ou perfeito demais.
É criar algo em que as pessoas consigam se enxergar.
Depois do REC, ainda existe muita criação
A gravação é apenas uma parte do processo.
Na edição, cada cena precisa ter um propósito. Cortes, ritmo, textos e detalhes visuais ajudam a construir a experiência e manter a atenção de quem está assistindo.
No final, o que parece um vídeo simples é resultado de várias pequenas escolhas.
E é justamente isso que gosto no UGC.
Transformar uma ideia em uma história que parece real, mas foi pensada com intenção.
Porque, antes do REC, já existe criatividade.
E depois dele, existe estratégia.


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